24/02/2022

A avaliação da aprendizagem e a utilização das TICs em sala de aula regular e EaD no Brasil e na América Latina perante os imensos desafios do ensino híbrido em tempos pandêmicos

Francisco Hermes Batista Alencar 

Resumo 

Dirigimo-nos nesse momento, especialmente, aos coordenadores educacionais os quais tradicionalmente; diríamos que nos últimos quinhentos anos da educação ocidental sempre praticamos os exames escolares. Ou seja, nós trouxemos para o interior da nossa escola os modos de agir, os modos de ser que ocorriam nas sociedades em séculos anteriores, por exemplo, durante o século XVI, os quais eram e continuam sendo – a seletividade. Isto é, nós importamos para o interior de nossas escolas: mas, como iremos saber se o estudante aprendeu ou não aprendeu? Essa foi a questão principal a qual colocou-se durante o século XVI; uma vez que a escola anterior ao século XVI não era semelhante àquela que dispomos hodiernamente. Pois, a escola era aquela relação de um mestre e dois aprendizes, um mestre e três aprendizes denominada de as ‘Oficinas de Mestre e de Aprendizes’; a partir do século XVI iniciou-se a discussão de que um mestre não só ensinaria dois ou três, mas ensinaria a muitos. Daí iniciou-se a discussão de como ensinaremos a uma quantidade relativamente grande de estudantes; seguindo a pergunta subsequente: como iremos, então, se estes estudantes aprenderam verdadeiramente? Para sabermos disso, importou-se da vida social os exames que eram utilizados para a seleção de profissionais, da seleção de soldados para o exército; enfim, em diversos âmbitos da atividade social. 

 Palavras-chave: Avaliação do Processo Ensino-Aprendizagem. BNCC. Educação Ambiental Crítica. Pensamento Complexo Necrosante. Tecnologias da Informação e da Comunicação.  

 Abstract 

The assessment of learning and the use of ICTs in the regular classroom and distance education in Brazil and Latin America in the face of the immense challenges of blended learning in pandemic times 

 We address ourselves at this moment, especially, to the educational coordinators who traditionally; we would say that in the last five hundred years of Western education we have always practiced school exams. that is, we brought into our school the ways of acting, the ways of being that occurred in societies in previous centuries, for example, during the 16th century, which were and still are – selectivity. That is, we matter to the interior of our schools: But, how will we know if the student has learned or not? This was the main question which arose during the sixteenth century; since the school before the 16th century was not similar to the one we have today. because the school was that relationship of a master and two apprentices, a master and three apprentices called the ‘Master and Apprentice Workshops’; from the 16th century onwards, the discussion began that a master would not only teach two or three, but would teach many. From there began the discussion of how we will teach a relatively large number of students; following the subsequent question: How will we go, then, if these students have truly learned? In order to know this, the exams that were used for the selection of professionals, for the selection of soldiers for the army, were imported from social life; finally, in different spheres of social activity. 

 Keywords: Assessment of the Teaching-Learning Process. BNCC Critical Environmental Education. Necrotizing Complex Thought. Information and Communication Technologies. 

 Resumen 

La evaluación de los aprendizajes y el uso de las TIC en el aula regular y la educación a distancia en Brasil y América Latina ante los inmensos desafíos del blended learning en tiempos de pandemia 

Nos dirigimos en este momento, especialmente, a los coordinadores educativos que tradicionalmente; diríamos que en los últimos quinientos años de la educación occidental siempre hemos practicado exámenes escolares. es decir, trajimos a nuestra escuela las formas de actuar, las formas de ser que se daban en las sociedades de los siglos anteriores, por ejemplo, durante el siglo XVI, que eran y son – la selectividad. Es decir, importamos al interior de nuestras escuelas: ¿Pero cómo sabremos si el alumno ha aprendido o no? Esta fue la cuestión principal que surgió durante el siglo XVI; ya que la escuela anterior al siglo XVI no era similar a la que tenemos hoy. porque la escuela era esa relación de un maestro y dos aprendices, un maestro y tres aprendices llamados los ‘Talleres de Maestro y Aprendiz’; a partir del siglo XVI se empezó a discutir que un maestro no sólo enseñaría a dos o tres, sino que enseñaría a muchos. A partir de ahí comenzó la discusión de cómo vamos a enseñar a un número relativamente grande de alumnos; a raíz de la siguiente pregunta: ¿Cómo iremos, entonces, si estos alumnos realmente han aprendido? Para saber esto, los exámenes que servían para la selección de profesionales, para la selección de soldados para el ejército, fueron importados de la vida social; finalmente, en diferentes esferas de la actividad social. 

Palabras clave: Evaluación del Proceso de Enseñanza-Aprendizaje. BNCC Educación Ambiental Crítica. Pensamiento Complejo Necrotizante. Tecnologías de la Información y la Comunicación. 

Introdução 

 Caso esse processo não seja seletivo, este foi colocado para dentro da escola como sendo seletiva. Permanecendo desta forma – quem aprende permanece na escola, quem não aprende torna-se reprovado. Ou mesmo quem aprende prossegue, quem não aprende é retido. Mesmo assim, esse modelo seletivo perdurou no sistema escolar brasileiro e na educação ocidental desde o século XVI até o século XX. 

Mas qual seria mesmo a função da avaliação? a função principal da avaliação é garantir o sucesso,  em todos os lugares – na empresa, na experiência religiosa, na política, em nosso cotidiano, no meio familiar, a função principal da avaliação é garantir o sucesso, consoante pensamento de Cipriano Carlos LUCKESI (2012, p. 42ª). A avaliação1 é a mais importante parceira de quem produz algum resultado, no sentido de encontrar um melhor resultado em determinada força ou mesmo curso de ação coordenada. 

Nesse sentido, todos nós sempre apostamos no sucesso. Afinal de contas, todos os seres humanos apostam no sucesso. A avaliação será sempre uma grande parceira na busca do sucesso; não pela avaliação produzir alguns efeitos positivos, mas por que esta representa um verdadeiro diagnóstico que sinaliza os resultados que você sinaliza e, não são satisfatórios. Ou então, aqueles resultados que obtivemos seriam plenamente satisfatórios; pois, a avaliação da aprendizagem será importante na busca do sucesso, o que sinaliza que nós não aprendemos o nível da qualidade daquilo que queremos atingir de aprendizagem; aquilo que nós desejávamos estar aprendendo. 

 1 Processos avaliativos e modos multiculturais – experiência do fracasso escolar 

Muitas vezes e de muitos modos, recebemos perguntas sobre a avaliação, nesse sentido: A avaliação resolve isso? Não, a avaliação vem pesquisar a qualidade do resultado desse processo2. Agora, o que vem resolver tal problemática seria a gestão – isso significa aquele ou aquela que administra uma situação para chegar a um determinado resultado. Assim sendo, vem afirmar ALVES, ANDRADE & ARRUDA (2014, p. 22ª): 

No conceito da avaliação o que nós estamos fazendo, ou seja, o produto de nossa atividade ainda não deu o resultado desejado, esperado, pretendido; diante disso, o que devemos fazer? Produzir os resultados que se espera, ou quer aceitar os resultados satisfatórios e, sendo assim, permanecer por aí. Isso decorre da gestão, da qualidade do investimento da produção no ensino que se deseja, que se espera, e se investe nela. (ALVES et al., 2014, p. 22) 

Mesmo assim, conforme ALVES et al. (2014), a avaliação produz um indicativo e a solução nessa construção do conhecimento. Existe uma experiência na educação brasileira e em outros lugares, a qual denominamos o fracasso escolar, segundo LUCKESI & BASTOS (2013). Nessa questão, do fracasso escolar desde a nossa tradição do século XVI para cá, dizemos comumente, que quem fracassa é apenas o estudante. 

Então, isso ocorre com os estudantes que não se sentem motivados para estudarem, os estudantes que não aprendem, os estudantes que não aprendem, aqueles que não leem, além de outras experiências do dia a dia, em nosso cotidiano escolar. Ou então, se ampliam um pouco, por alguns recursos sociológicos, das várias camadas populares; especialmente, das camadas desfavorecidas da sociedade, depauperados do ponto de vista econômico, financeiro, mas também cultural, para aqueles que têm dificuldades de aprender, a produzir o fracasso escolar. 

 2 As experiências do fracasso escolar no cotidiano escolar  

Mas, entretanto, será que o fracasso escolar decorre do estudante, ou será mesmo decorrente da instituição escolar? Pois, dessa forma, vem afirmar nesse sentido BULFINCH, CARVALHO & LUCKESI (2012, p. 24ª): 

A partir de finais dos anos de 1980, começou-se a se discutir que também a instituição educacional fracassa. Nesse período, no mundo e no Brasil, começou a se discutir sobre a avaliação institucional, ou seja, esta instituição vem a fracassar, ou ela poderá fracassar. Temos o Exame Nacional de Cursos o qual desde a época do governo Luís Inácio Lula da Silva, como o Ministro da Educação Cristovam Buarque, o qual foi substituído por um sistema, o chamado Sistema de Avaliação do Ensino Superior; do qual há uma prova chamada ENADE – Exame Nacional do Ensino Superior. (BULFINCH et al., 2012, p. 24ª) 

Pois, vem afirmar BULFINCH et al. (2012), essas avaliações em larga escala ao afirmarmos assim: não é somente o estudante que fracassa, mas o sistema também poderá fracassar; então, podemos afirmar se o sistema produz os efeitos que promete ou, simplesmente, este vem a fracassar.3 Então, essas avaliações em larga escala tem essa função de olhar também o lado do estudante. 

Entretanto, na sala de aula, que não faria sentido em larga escala, aqui faz sentido uma de estreita escala. Mas que será maior do que avaliar – somente acompanhar o estudante individualmente. Entrementes, um professor que faz a avaliação ou pelo menos uma curva de aproveitamento, desde a aprendizagem dos seus estudantes. Esta curva de aproveitamento revelaria assim, digamos desse modo, os efeitos que as aulas produzem sobre o grupo. 

3 A avaliação educacional e os processos socioculturais 

Entrementes, não somente sobre o estudante individualmente, uma curva avaliativa diagnóstica seria muito simples; não precisamos de nenhuma sofisticação; por exemplo, com a utilização da estatística, quando temos 50 alunos, quantos destes obtiveram nota 01? Em uma escala, por exemplo, de 0 a 10; quantos tiraram 2, quantos tiraram nota 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. Nesse sentido vem afirmar LUCKESI, CYSNEIROS, DALAPOSSA & DAMASCENO (2013, p. 23ª): 

Vamos fazer uma suposição, dentre os 50 estudantes, 5 deles obtiveram notas 5, 6, 8, 9 e 10; os outros 45 alunos, obtiveram as notas  5; 4,5; 4; 3; 3,5; 2; 2,5; etc, etc; mas o que isto está revelando mesmo? Isto indica que este professor(a) está lecionando somente a cinco pessoas; e, os demais 45 estudantes, não recebem a instrução necessária. (LUCKESI et al., 2013, 46ª) 

Mesmo assim, afirma ainda LUCKESI et al. (2013), nesta pequena curva estatística poderá demonstrar a fragilidade de nosso trabalho; ou seja, isso vem revelar o fracasso de nosso trabalho; podemos assim afirmar, como os estudantes que tem tudo isso e muito mais, mas é importante que uma curva de aprendizagem revela uma fragilidade; Segundo FRANÇA, GOMES & FREIRE (2019), pois, é importante informarmos sobre a avaliação diagnóstica, que não poderá ser somente da aprendizagem do estudante.4 

Tudo isso precisa ser do sistema, dentro do sistema, na sala de aula, de tal forma que possa olhar assim: Quem fracassa, pode ser que quem fracassa seja quem ensina, seria o sistema que poderia estar fracassado? E, com esse sistema fracassando, o que poderemos fazer para não fracassar? Afirmam ainda KANITZ, PACIEVITCH & QUARTIERO (2014), caso um estudante esteja fracassando o que vamos fazer? É o que tradicionalmente estamos chamando de ‘prova de recuperação’. 

 4 O processo avaliativo colocado em xeque – o multiculturalismo, o fracasso, o desenvolvimento e a recuperação 

Então, seriam as soluções mais apropriadas por parte do gestor para encontrar uma solução satisfatória; no sentido de buscar maiores e melhores resultados considerados positivos. Sendo assim, vem afirmar SANTOS, TOSCHI, SANTANA, SILVA & SCHRAMM (2013, p. 06ª): 

Importante se faz pensarmos que o ato de avaliar é um ato  de investigar; é um ato de produzir conhecimento, assemelhando-se à pesquisa científica, ou mesmo, equivale-se à própria pesquisa científica-acadêmica. Imaginando-se que a diferença está no resultado que se espera; onde a pesquisa científica pretende desvendar como funciona a realidade, a avaliação pretende desvendar como funciona essa educação; e, qual seria mesmo a qualidade dessa realidade. (SANTOS et al., 2013, p. 06ª) 

 Então, como afirmam SANTOS et al. (2013), através da ciência nos interessa saber qual é a causa, qual é o efeito, quais são as múltiplas causas que produzem um determinado efeito; se pudermos manipular as causas para trabalharmos e operarmos com tais causas – posso modificar os efeitos, conforme o pensamento de LUCKESI & SILVA (2012). Ao poder trabalharmos com as causas é aquilo que podemos chamar de utilização das novas tecnologias da comunicação. 

Entrementes, a ciência produz o conhecimento, a tecnologia produz soluções a parir do conhecimento. Vamos fazer um paralelo com a avaliação: A avaliação produz um conhecimento da qualidade do resultado; na medida que produzimos esse resultado da qualidade a tecnologia seria a intervenção. Se o resultado que obtemos de nossa ação ainda é bem insatisfatório, a pergunta – o que vem a ser mesmo o satisfatório? A ação necessita ser praticada com o rigor da metodologia científica. 

 Considerações Finais 

Caso esta não seja praticada com o rigor da metodologia científica, esta é pura e simplesmente com opções de subjetividades, de subterfúgios subjetivos, dos juízos emocionais e, assim por diante. Não se caracteriza como sendo uma subjetividade e a vida emocional não estejam presentes na avaliação. Mas o rigor metodológico irá propiciar, minorar muito as expressões emocionais, que muitas vezes, fazem-se presentes nas práticas avaliativas, porque estas parecem que elas somente são subjetivas.  

E, no caso de coleta de dados, na aprendizagem do estudante é necessário que o instrumento tenha – sistematicidade, ou seja, ele cubra tudo o que foi ensinado para o estudante, o que é essencial. Não podendo ser – um ponto, outro ponto – as perguntas aleatórias, mas necessitam que sejam perguntas mapeadas, as quais já representem consciente e logicamente. 

Senão, entraremos naquela: – Ah! Ele errou tudo, mas tudo o quê? De forma sistemática, poderemos afirmar, então: – ele não aprendeu isso, não aprendeu aquilo! Para isso, devemos obter um mapa do que queremos saber. E, este mapa guiará a construção do instrumento, guiará a correção, guiará a leitura dos resultados. Aqui devemos ter um mapa dos instrumentos de aprendizagem do estudante. O que poderá ser levado em consideração seria mesmo um teste, em uma monografia, nos múltiplos instrumentos dos quais viemos a utilizá-los. Aqui deixamos o espaço para outros pesquisadores no campo multicultural das TIC’s e da avaliação da aprendizagem. 

 Referências: 

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ARRUDA, Eucidio Pimenta; ARRUDA, Durcelina Irani pimenta. Museu virtual: Construção e desconstrução de e das Histórias. Disp. em:http://www.seer.ufu.br/index.php/emrevista/article/view/23224 (Ac.:20/06/13) 

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CARVALHO, Daniel. Lei da Ficha Limpa barra ao menos 50 candidatos em São Paulo. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/poder/1149064-lei-da-ficha-limpa-barra-ao-menos-50-candidatos-em-sao-paulo.shtml>. Acesso em: 05 set. 2012. 

CYSNEIROS, Paulo Gileno. Novas Tecnologias na Sala de Aula: Melhoria de Ensino ou Inovação Conservadora: História da Tecnologia Educacional. 1999. Disponível em: <http://186.113.12.12/discoext/collections/0007/0001/02370001.pdf>. Acesso em: 22 ago. 2014. 

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FRANÇA, Lilian Roberta Salustiano; COSTA, Cleide Jane de Sá Araújo; FREITAS, Maria Auxiliadora Silva. Avaliação da aprendizagem em contextos híbridos educacionais: compartilhando experiências sobre a utilização do mapa conceitual como recurso avaliativo no ensino superior. Revista Devir Educação, Lavras, vol.3, n.2, p.136-155 jul./dez., 2019. 

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Francisco Hermes Batista Alencar (E-mail: fhba.sb@gmail.com) 

Colaboração

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