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18/03/2020

Rotina das escolas muda por causa do coronavírus

Veja como as escolas ao redor do mundo têm se organizado para combater a disseminação do vírus

Desde que o novo coronavírus (COVID-19) foi declarado uma pandemia global pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a principal recomendação é evitar aglomerações. Com isso, importantes eventos, como shows e partidas de futebol foram cancelados, alguns comércios precisaram fechar as portas e as escolas também foram impactadas com a suspensão das aulas.

Ao redor de todo o mundo, no entanto, pairam incertezas sobre o tempo que os alunos deverão permanecer reclusos e o impacto real que isso trará para a educação no futuro. Portanto, suspender as aulas pode ser uma decisão amarga, mas necessária para o momento.

Veja como a rotina das escolas mudou desde que o vírus se instalou e como elas têm se organizado para combater a disseminação do coronavírus:

Brasil

Por aqui, as aulas começaram a ser suspensas gradativamente conforme o vírus se alastra. Os estados brasileiros estão tomando medidas de prevenção para o coronavírus nas escolas, como a suspensão das aulas, e o Ministério da Educação ainda articula a melhor maneira de enfrentamento. Uma das alternativas dadas pelo governo para as instituições de ensino é a opção de oferecer aulas remotas. Para o Ensino Médio, a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) permite até 30% do ensino a distância.

China

Desde que a crise se agravou no país e as aulas foram suspensas, autoridades educacionais passaram a oferecer material de aprendizado on-line para estudantes, que incluem vídeos com professores ensinando inglês e matemática, além de instruções sobre como evitar a contaminação pelo vírus.

Itália

Segundo país mais afetado pelo vírus no mundo e o mais afetado na Europa, a Itália decretou total isolamento social. Os estudantes estão tendo aulas à distância que preveem videochamada com professores no período da manhã e lição de casa no período da tarde. A prova final que os alunos do Ensino Médio devem fazer no meio do ano para ingressarem na faculdade deve ser adiada.

Japão

O ano letivo no Japão termina em março e começa novamente em abril, mas desde fevereiro as aulas estão suspensas e os estudantes não puderem participar das cerimônias de formatura.

Alemanha

Antes do recesso obrigatório para a educação básica, iniciado na última segunda-feira (16), a rotina das escolas já tinha sido afetada pela doença. Há algumas semanas cumprimentar os alunos com um aperto de mão tinha sido proibido pelo governo e ao chegar à sala de aula, os alunos eram orientados a lavar as mãos.

O recesso, porém, vai até 19 de abril e pode ser estendido caso a crise do coronavírus não melhore no país. Com isso, se o ano acadêmico terminar mais tarde, é esperado que as faculdades mudem as datas de seus processos seletivos.

Entretanto

Entretanto Educação
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