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18/05/2020

“Paciência! Não percam as esperanças”, diz psicólogo sobre convivência familiar durante isolamento

Rossandro Klinjey, embaixador do programa socioemocional da Pearson, e Juliano Costa, VP de produtos da Pearson se abordaram em live o novo cotidiano das famílias

O mundo não vai mudar depois da pandemia. O mundo já mudou. E, por mais que essa seja a nova realidade, os medos da adaptação são muitos e claros em pessoas de todas as idades. Neste contexto, como é possível transpor os desafios do isolamento social no âmbito da convivência familiar? A transmissão está disponível neste link.

Para falar mais sobre o tema, a Pearson Brasil convidou Rossandro Klinjey, escritor, psicólogo e embaixador do programa soioemocional da Pearson para um bate-papo ao vivo com Juliano Costa, vice-presidente de produtos LATAM da Pearson, nesta segunda-feira (18).

“Paciência! Não percam as esperanças. Após uma grande noite é exatamente quando está prestes a brilhar os raios de sol. É assim que eu vejo. Seja complacente com si mesmo, entendendo que fez todo o esforço possível para alcançar os resultados na família, no trabalho e nos estudos. Não tenho dúvida que sairemos vitoriosos”, disse o escritor.

Juliano falou sobre os desafios das adaptações da rotina, sobre a velocidade com que a tecnologia ganhou efetividade e sobre o papel das escolas e empresas do segmento nesta adaptação. “Estamos buscando formas para que as famílias tenham sempre ajuda naquilo que era feito além da escola”, disse o presidente.

Para os alunos do Ensino Infantil, fortemente impactados pela escassez de aulas, Rossandro sugeriu que os pais busquem fortalecer os laços com professores, colegas de sala e lembrou que a escola, nesta idade, é fundamental para a socialização das crianças e importante para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais.

Ansiedade nos alunos do Ensino Médio no período pré-vestibular e diante de tantas incertezas também foi tema da conversa. Como os pais devem conduzir atividades com alunos em Educação Especial também ganhou destaque.

“Tudo o que a família puder reproduzir em casa, em escala menor, é a verdade do que tem que ser feito. Não há nada inovador em comparação com antes. Mantenha a rotina, não deixe a preguiça vencer, imponha metas, programação, colaboração doméstica. É a família mantendo-se unidade fazendo o que sempre fez”, disse Rossandro.

De acordo com os especialistas, adultos e crianças serão impactados pelos efeitos do Covid-19 e que o dever dos adultos é, portanto, minimizar o impacto disso na vida das crianças em casa.

“Precisamos nos mover em direção aos outros e a nós mesmos para mitigar os impactos negativos. Assim, ficará mais aprendizagem do que dor desse momento”, finalizou Rossandro.

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