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29/11/2019

3 insights para compreender educação disruptiva

Em seminário na Unibes, Gustavo Reis, Líder em Eficácia da Pearson, falou sobre como é possível transformar o jeito de aprender e ensinar

Descobertas recentes da Global Learner Survey, pesquisa conduzida pela Pearson, apontam para uma grande transformação global na educação. As mudanças no cenário econômico, o avanço tecnológico e as necessidades dos alunos parecem apresentar alguns ruídos. Mas nada está perdido e há muito para se fazer e transformar este cenário.

Fotografia: Cecilia Skaf

Em seminário na Unibes e embasado pelas descobertas do estudo, Gustavo Reis, Líder em Eficácia da Pearson, defendeu que o aprendizado hoje é mais acessível e autônoma.  “Hoje em dia, a possibilidade de você aprender coisas novas é mais acessível. Qualquer um pode entrar on-line e descobrir como troca um chuveiro, como faz uma receita, como toca uma música. Você aprende a fazer coisas novas de um jeito muito mais simples e muito mais autônomo”, disse.

Gustavo trouxe três importantes insights sobre educação disruptiva e a importância das percepções dos alunos, apontadas no estudo, para o cenário da educação do futuro.

Confira abaixo:

1) Tendências além do ensino tradicional

Para Reis, as pessoas estão indo além do ensino tradicional e buscam uma carreira longa. Essa pré-disposição a continuarem ativos indica uma relação com a tendência do aprendizado ao longo da vida. E, de acordo com a pesquisa, mais de 80% dos entrevistados concordam que as pessoas tendem a ser mais ativas, mesmo após a aposentadoria. “A tendência é que as pessoas continuem aprendendo, não necessariamente algo com certificação ou formal”, disse.

2) “Se quer ser mais competitivo, seja mais humano”

O avanço tecnológico e a substituição das pessoas por máquinas têm influenciando na diminuição de oferta de empregos, ainda que novos empregos estejam surgindo. De acordo com a pesquisa, a maioria dos entrevistados em todos os países, concordam com a importância do desenvolvimento das soft skills (habilidades exclusivamente humanas, como a criatividade e o pensamento crítico, para o atual cenário competitivo) em um cenário cada vez mais competitivo.

3) Somente a tecnologia não basta

Para Gustavo – e para a maioria dos alunos ouvidos no estudo da Pearson – a educação tradicional e a educação com auxilio das tecnologias devem coexistir. Ou seja, elas não se substituem. “Ao redor do mundo, a maioria das pessoas concorda que a inteligência artificial seja importante para a educação, mas calma! Ainda é necessário o contato humano no ensino. Só a tecnologia não é suficiente”, disse.

 

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