30/03/2021

Equidade de gênero: contribuições do aprendizado

Março, o Mês da Mulher, sempre esteve marcado pelas conquistas e lutas pelos direitos de igualdade. No entanto, segundo a ONU, atualmente, não há nenhum país em que as mulheres são iguais aos homens. Muita coisa ainda precisa ser feita para alcançarmos equidade de gênero e precisa ser agora. 

Neste contexto, o ensino e aprendizagem são fatores fundamentais para caminharmos para uma igualdade que contemple todos os gêneros. Por isso, a Entretanto listou três passos importantes para essa construção, que pode começar nos espaços de aprendizagem. Confira: 

Currículo Atualizado

Pensar na construção de um currículo escolar que privilegie a desconstrução das chamadas verdades masculinas e femininas. Isso ajuda na valorização e conscientização do papel da mulher na sociedade. Investir na construção de práticas pedagógicas voltadas ao amadurecimento das habilidades do século 21, as competências socioemocionais, alinhas com a BNCC, fará toda a diferença. 

Aprendizagem significativa

A aprendizagem é o caminho em que se pode diminuir a distância entre a desinformação e o conhecimento para garantir entendimento, respeito e a transformação cultural necessárias que apontem para uma comunidade que respeita e valoriza todo e qualquer ser humano independente de seu gênero. 

Educadores em construção

Neste contexto, para contribuir com uma sociedade cada vez menos desigual, os educadores, em união com todo o corpo docente, podem agir não só como agentes que disseminam conhecimento e informação, mas que contribuem para a formação de uma geração mais esclarecida, consciente, menos preconceituosa e com valores mais sólidos em relação ao respeito à dignidade e integridade da pessoa. Sobretudo, é possível construir materiais voltados para a formação do cidadão onde se contemplem os temas: Ética, Pluralidade Cultural, Saúde, Orientação Sexual, Meio Ambiente e Trabalho e Consumo. 

Com isso, os educadores também podem fortalecer os conceitos de igualdade de gênero e empoderamento feminino com projetos pedagógicos que estimulem o diálogo e a compreensão sobre o assunto. 

É importante que maÉteriais e publicações que irão guiar as jornadas de aprendizado estejam livres de qualquer tipo de preconceito. Pensando nisso, a Pearson lançou neste ano as diretrizes para equidade de gênero e de combate ao racismo.  “Este é um passo importante para abordar o preconceito sistêmico e pessoal relacionado à raça e etnia no conteúdo acadêmico e para garantir que o que produzimos é antirracista, preciso e autêntico”, disse Ebrahim Matthews, vice-presidente sênior de escolas globais da Pearson. 

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Você tem algum projeto na sua escola que trata sobre questões de gênero? Queremos conhecer! Envie seu relato para entretanto@pearson.com. 

LEIA TAMBÉM: Como a aprendizagem pode contribuir para o desenvolvimento sustentável

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