28/04/2022

Dia Mundial da Educação: desafios e tendências para o pós-pandemia

De acordo com o Relatório conjunto do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a COVID-19 interrompeu a educação de 1,6 bilhão de estudantes. Por conta do fechamento das escolas, estima-se uma perda de 17 trilhões de dólares à próxima geração, que representa 14% do atual PIB. Em países de renda média ou baixa, a quantidade de crianças vivendo em pobreza educacional saltou de 53% para 70%.

Apesar dos números alarmantes, as tendências para a educação nos próximos anos apostam na tecnologia e nas diferentes formas de ensino para suportar os efeitos da crise:

Tecnologia na sala de aula

Graças ao avanço tecnológico foi possível que alunos pudessem estudar durante o período de pandemia. Por conta disso, a tecnologia tornou-se uma ferramenta necessária nas salas de aula, ajudando professores e estudantes. Investimentos para que todas as pessoas tenham acesso garantido ainda precisam ser feitos

Ensino não-presencial

O formato não-presencial já existia antes da pandemia, no entanto com a utilização desse método de ensino em tempo pandêmico, diversas instituições de aprendizagem aderiram esse mecanismo para facilitar a vida do estudante

Ensino híbrido 

O ensino híbrido é o formato que mistura o presencial e o virtual e é uma grande aposta para o futuro. Com isso, o aluno consegue ter mais autonomia em seus estudos, utilizando diversos recursos tecnológicos em conjunto com o suporte dos professores e espaços físicos acadêmicos apropriados para a jornada da aprendizagem

Educação como forma de mudar o mundo

 Para Juliano Costa, VP de estratégia de conteúdo na Pearson Latam, maior empresa de aprendizagem do mundo, a educação não é só um processo, mas o melhor processo de transformação social. A aposta numa educação que seja inclusiva e contemple a todos é o propósito da Pearson e, por isso, recentemente, a empresa reformulou a sua Política Global Editorial para garantir que tudo o que a multinacional britânica produz é anticapacitista, antirracista, inclusivo, diverso, preciso e autêntico

“Isso fez uma mudança gigantesca na gente e, obviamente, nós esperamos que essa mudança em nós, através de formação, conscientização e treinamento, possa ser reproduzida em nossos alunos, em nossos professores e nos materiais que nós colocamos dentro do mercado, além, é claro, de nossas plataformas”, disse Juliano.

Para Maria Filomena Brandão, Gerente acadêmica da Pearson Brasil, é responsabilidade social da Pearson, por meio da educação, se empenhar institucionalmente na transformação social de indivíduos.

“É o papel da Pearson ajudar na transformação das pessoas por meio da educação e trazer a oportunidade de produzir produtos e soluções para o aprendizado de alunos e de professores ao longo das suas vidas, que facilitam o entendimento não só da importância da educação, mas de como está nas mãos de cada um de nós a possibilidade de transformar o nosso entorno e tornar o mundo melhor, mais íntegro e mais focado no respeito e na equidade”, disse a gerente.

Entretanto

Entretanto Educação
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