19/02/2021

Como a aprendizagem pode contribuir para o desenvolvimento sustentável

Apontamentos da ONU (Organização das Nações Unidas) mostram que o mundo é mais desigual hoje do que em qualquer momento desde 1940, resultado de discriminações, diferenças legais, culturais e econômicas verificadas em diversos países. A Educação, portanto, foi apontada como o melhor caminho para reduzir essas desigualdades.

Tão importante neste processo de resgate, a Educação possui um ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) específico sobre ela, em que a ONU visa 

“assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.

A meta estabelecida para o ODS 4 é, até 2030, garantir que todas as meninas e meninos completem o ensino fundamental e médio, equitativo e de qualidade, na idade adequada, assegurando a oferta gratuita na rede pública e que conduza a resultados de aprendizagem satisfatórios e relevantes.

Em evento promovido pela Pearson para educadores, Claudia Costin, membro da Comissão Global sobre o Futuro do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT), uma agência das Nações Unidas, conduziu importantes reflexões sobre o ODS 4 e os caminhos para atingi-los.

“Qualidade na educação não é piscina na escola, ar condicionado e quadra coberta. Essas coisas são importantes também, mas qualidade no ensino é criança e jovem de fato aprendendo. Qualidade é resultado de aprendizagem e resultados importantes para a vida futura das crianças, seja no mundo do trabalho ou no exercício da cidadania”, disse.

Caminhos para compreender educação inclusiva e equitativa

https://www.facebook.com/watch/PearsonBrasil/

Durante uma edição do Papo Pearson, transmissão ao vivo que ocorre mensalmente na página do Facebook da Pearson Brasil, educadores da rede pública compartilharam  boas práticas educativas de diversidade e equidade nas escolas onde lecionam.

O projeto “Aulas Públicas”, do professor Paulo Roberto Magalhães, buscou nos últimos 4 anos conectar a escola à comunidade e levar os alunos a reconhecerem, por meio dessa prática, o respeito ao bairro, aos espaços educativos da cidade, e a cidadania. 

“A nossa iniciativa fez com que os alunos se encontrassem naqueles espaços, de novo, de uma forma diferente”, disse Paulo.

 

Cíntia Gabriel é professora da Língua Inglesa, no Ensino Fundamental e Educação para Jovens e Adultos, na EMEF Duque de Caxias, onde toca projetos para fortalecer e contemplar heranças culturais negras, chamando a atenção para questões sociais atuais e defender a preservação das expressões artísticas.

 

“O que espero é uma educação real das relações étnico-raciais. A fim de que haja uma preocupação do fazer pedagógico que inclua meninas e meninos negros que, muitas vezes, não se reconhecem na sala de aula”, disse Cíntia.

 

O papel inclusivo da educação

 

Em outra edição do Papo Pearson, reunimos colaboradores do Grupo Able da Pearson, que aborda a inclusão no Projeto Pearson para Todxs, para conversar e propor ações práticas para a educação utilizar ainda mais o seu papel inclusivo na sociedade. Assista aqui

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