31/01/2020

Aulas Públicas: pombos urbanos e cartas para Helsinque

Objetivo das aulas foi ressignificar os espaços públicos, estimular a escrita e leitura e aumentar o interesse pela Geografia

Aulas Públicas: o professor Paulo Magalhães, da EMEF Duque de Caxias, promoveu um estilo de aula diferente para os alunos dos quintos anos da unidade. Ele levou os estudantes para experimentarem uma espécie de aula de campo na região do Glicério, onde está localizada a unidade de ensino.

O objetivo das aulas públicas foi ressignificar os espaços públicos no entorno da escola e ensinar sobre o processo de verticalização da região central de São Paulo ao longo dos anos.

De acordo com Paulo, que leciona na disciplina de Geografia, participaram da atividade mais de 80 alunos e seus professores. O Projeto teve o apoio do coletivo de Educação para a Cidadania Global, representado por Madza Ednir (CECIP-Brazil). “O coletivo nos ajudou, portanto, com temas sensíveis aos Objetivos de Desenvolvimentos Sustentáveis em educação inclusiva e equitativa”, explicou Paulo.

De acordo com o professor, a iniciativa já trouxe frutos para a escola. “Além de todo o conhecimento experimentado pelos alunos, nosso gestor, Hervy Vicente da Silva, autorizou a colocação de telas nas janelas das salas de aula para afastar os pombos”, relatou.

Cartas para Helsinque

Em um segundo momento da aula pública, a fim de ajudar a melhorar a escrita e estimular o interesse pela leitura e conhecimento em Geografia. Os alunos foram convidados a escrever cartas para outros estudantes, em Helsinque, na Finlândia.

Em uma folha de sulfite dobrada em duas, os alunos fizeram, portanto, desenhos e colagem, que deviam representar o que mais gostam na região do Glicério, e na escola. Os alunos contaram também porque gostam do aspecto mostrado em seus desenhos e o que desejavam para as crianças na Finlândia.

As cartas foram envelopadas e entregues aos alunos finlandeses, em dezembro, pelo coletivo de Educação para a Cidadania Global. “Nós acrescentamos ao envelope a tradução das cartas para o inglês e incluímos nome, idade, série do aluno que escreveu, endereço e e-mail da nossa escola”, disse Paulo.

O professor espera que os alunos finlandeses respondam às cartas via correio ou e-mail, para os endereços físico e eletrônico da escola.

 Reconhecimento

As atividades do Projeto foram reconhecidas como prática inovadora no “Conectando Boas Práticas”. Como uma prática transformadora pela rede de ensino do Estado de São Paulo.

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