29/01/2021

As possibilidades do aprendizado em 2021: ensino híbrido chegou para ficar?

Quase todos os segmentos ao redor do mundo sofreram mudanças com a incorporação da tecnologia às operações em decorrência da pandemia. Empregados precisaram rapidamente se adaptar às novas frentes de trabalho e os aprendizes viram suas aulas, antes quase completamente presenciais, se transformar em aulas online.

O ensino híbrido é uma metodologia que combina o aprendizado online com o offline. Antes mesmo da pandemia, o ensino híbrido era uma dinâmica que já ganhava corpo em escolas de educação básica e especialmente no ensino superior, com as EADs. As tarefas de casa que já ocorriam em plataformas digitais fazem parte dessa estratégia híbrida.

Basicamente, a metodologia utiliza modelos que mesclam momentos em que o consumidor estuda sozinho, de maneira virtual, com outros em que a aprendizagem ocorre de forma presencial.

O ensino a distância já é parte do contexto de aulas, e com a normalização dos serviços, essa será uma tendência que seguirá forte para 2021. Como por exemplo, usando o Laboratório Rotacional.

Nesta modalidade, podem ser combinados momentos na sala de aula com o professor e a turma e outros usando a tecnologia para pesquisas, com conteúdos complementares. Assim, para uma disciplina, o estudante pode passar a primeira aula pesquisando para o primeiro contato do tema. Na aula seguinte, com a ajuda do professor e em companhia dos colegas, ele pode aprofundar o que aprendeu e aplicar os conceitos, desenvolvendo projetos, debatendo o assunto, trabalhando exercícios de contextualização, tirando dúvidas, entre outras atividades. O consumidor é estimulado a pensar criticamente, a trabalhar em grupo e a ver mais sentido no conteúdo.

Necessidade de mudança

Apesar de terem expressado frustração com o ensino online no início da pandemia, os estudantes acham que essa modalidade veio para ficar – e, por isso mesmo, querem que ela melhore. Dados da segunda edição da Global Learner Survey, pesquisa anual da Pearson, que ouve milhares de estudantes em diversos países para identificar suas percepções e expectativas sobre o futuro da aprendizagem, revelou que 67% dos respondentes (75% no Brasil) dizem que as instituições educacionais são menos eficazes no uso da tecnologia que outros setores, como o de saúde e o bancário.

Eles esperam que isso mude, com 88% globalmente (e 91% no Brasil) afirmando que essas instituições deveriam aproveitar a tecnologia para maximizar o aprendizado. Quando se trata de direcionamento para investimentos públicos em educação, a disponibilização de tecnologia para estudantes desfavorecidos e a preparação de escolas para o ensino online aparecem como prioridades em todos os países pesquisados.


Confira os dados completos da pesquisa aqui e saiba mais sobre como estimular a aprendizagem ativa no ensino online com essas dicas.

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