Os cinco tipos de empregos que não serão automatizados

por: Entretanto

Muitas pessoas que estão observando a mudança constante que a tecnologia vem promovendo em nossa sociedade preocupam-se com o fato de que a mão-de-obra humana possivelmente se tornará obsoleta, em um futuro próximo. Pessoas sendo relegadas ao desemprego ou à algum trabalho fora de suas áreas graças às novidades, como carros sem motoristas e inteligência artificial.

 

Mas o futuro do trabalho pode ser mais brilhante do que pensamos. A realidade é que muitos empregos que reconhecemos hoje ainda serão de suma importância até 2030 e posteriormente. No entanto, o emprego que você tem agora pode exigir de você habilidades diferentes das de agora, para que você alcance sucesso no futuro.

 

Um estudo realizado pela Pearson, em parceria com a escola Martin de Oxford (Estados Unidos), mostra que as habilidades necessárias no futuro enfatizarão as capacidades cognitivas e interpessoais, como a fluência de ideias, a originalidade, a percepção social e a resolução de problemas complexos.

 

 

As áreas de conhecimento, tais como a da língua inglesa, da psicologia e das ciências humanas figuram fortemente em profissões associadas ao aumento da demanda da força de trabalho. Espera-se também que as áreas do sistema de ensino STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics), como a Física, a Biologia e a Química, tenham uma demanda futura, embora abaixo das áreas de humanas e das ciências sociais. Isto significa que os empregos que terão maior demanda no futuro e estarão salvos de serem substituídos por robôs, provavelmente serão em profissões como:

 

1 – Professores

2 – Médicos

3 – Advogados

4 – Engenheiros

5 – Cientistas sociais

 

Este projeto de pesquisa visa melhorar a previsão das principais tendências sociais e econômicas e como as interações entre elas impactarão o futuro do emprego.

 

Saiba mais sobre a pesquisa!

 

O que foi descoberto é que apenas um em cada cinco trabalhadores estão, hoje, em profissões suscetíveis à redução de participação humana, o que não condiz com outras previsões, que afirmam que 40-60% dos trabalhadores atuam em áreas de declínio. Na verdade, 10% dos trabalhadores provavelmente experimentarão um aumento na procura por seus empregos.

 

Porém, mesmo que apenas certos empregos estejam mais suscetíveis ao declínio, sabemos que quase todas as profissões mudarão de alguma forma. Os educadores podem aproveitar o momento modificando a forma com que ensinam, e os trabalhadores podem determinar seus próprios destinos adotando habilidades de aprendizagem ao longo da vida.

 

Texto originalmente publicado em Pearson Learning.

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